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São Martinho de Porres

Eu estou contente neste estado e é meu desejo imitar o mais possível à Nosso Senhor, que se fez servo por nós.

31 outubro 2014Fabiano Farias de MedeirosEspiritualidade e Oração

“Eu estou contente neste estado e é meu desejo imitar o mais possível à Nosso Senhor, que se fez servo por nós”, dizia o humilde e piedoso Martinho de Porres, que nasceu em Lima no Peru no dia 09 de dezembro de 1579. Filho ilegítimo de Don Juan de Porres e a escrava Ana Velázquez, ele foi reconhecido pelo pai ainda na infância junto com sua irmã Joana e foram levados para Guayaquil. Martinho desenvolveu seus estudos até o dia em que seu pai o devolveu à mãe para assumir nova função política.

Martinho então deu continuidade aos estudos e se tornou auxiliar de Mateo Pastor, que era cirurgião, dentista e barbeiro. Aos 15 anos decidiu ingressar na vida religiosa, mas devido à discriminação teve de entrar como um “escravo” que cuidava somente dos afazeres com o alento de poder usar o hábito. Assim ingressou no Convento de Nossa Senhora do Rosário. Seu pai, por conta de sua posição social, ainda interveio para que o filho recebesse o hábito de irmão. Martinho diante da questão disse: “Eu estou contente neste estado e é meu desejo imitar o mais possível à Nosso Senhor, que se fez servo por nós”. Em meio aos desafios e humilhações, desempenhou com piedade e fervor as funções de enfermeiro, além de varrer, limpar o convento e cortar o cabelo de todos os irmãos. Sua dedicação, fé e milagres realizados o fizeram conquistar no ano 1603 a profissão dos votos.

Suas funções permaneceram as mesmas e a ela dedicou-se ainda mais. Aconselhava, medicava, atendia aos pobres e ainda tinha dons extraordinários como o êxtase que o fazia levitar e o dom da bilocação. Fundou ainda uma casa para acolher os órfãos e abandonados. Teve ainda uma profunda amizade com Santa Rosa de Lima.

Desgastado, veio a falecer no dia 03 de novembro de 1639. Suas virtudes heróicas foram reconhecidas em 1763, pelo Papa Clemente XIII. Foi beatificado pelo Papa Gregório XVI em 1837 e beatificado pelo Papa João XXIII no ano de 1962.

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